O pró‑labore é a remuneração paga aos sócios que atuam na gestão da empresa. Pense nele como o “salário” de um administrador contratado: serve para remunerar pelo trabalho, não pelo capital investido.

💡 Como definir um valor justo?

Baseie-se na realidade do mercado: Pesquise o salário pago a profissionais que desempenham funções semelhantes às suas. Defina um valor coerente, nunca superior ao que se pagaria a um empregado, nem muito abaixo a ponto de parecer sonegação.

Considere a ausência de benefícios CLT: Como o sócio não recebe férias, 13º salário ou FGTS, é comum adicionar uma compensação de cerca de 20% a 40% sobre o valor equivalente de salário para equilibrar.

Observe a saúde financeira da empresa: O valor escolhido deve ser sustentável para a empresa. Evite comprometer o capital de giro ou os investimentos planejados.

Respeite o mínimo legal: O pró‑labore não pode ser inferior ao salário mínimo vigente, e é recomendado mesmo que o sócio já receba lucros.

Formalize tudo por escrito: Defina o valor e contabilize corretamente como despesa administrativa. Isso aumenta a transparência e evita autuações.

Reavalie periodicamente: Revise o valor sempre que houver mudanças no mercado, nas atividades ou no desempenho financeiro da empresa. Uma revisão trimestral costuma ser uma boa prática.

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